A Companhia Águas de Joinville recebeu, nesta sexta-feira (19), a visita do secretário executivo do Meio Ambiente na SEMA/SDE de Santa Catarina, Leonardo Porto Ferreira. O objetivo é conhecer a estrutura, os investimentos e as tecnologias relacionadas ao saneamento básico que estão sendo aplicadas em Joinville. O secretário municipal de Meio Ambiente Fábio João Jovita e José Mário Gomes Ribeiro, presidente do Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas do Complexo Hidrológico da Baía da Babitonga, também acompanharam a visita.
O secretário Leonardo Ferreira conheceu a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Cubatão e a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Jarivatuba. “Hoje é comemorado o Dia do Saneamento para Todos, e é um dia que a Secretaria vem à empresa Águas de Joinville, que é um exemplo para o Brasil, um exemplo para Santa Catarina em eficiência em tratamento de água e de tratamento de efluentes”, afirma Ferreira.
Após a visita, a diretoria técnica da Águas de Joinville fez a apresentação do Planejamento Estratégico da Companhia e do Programa Águas para Sempre, que consiste no Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) aos proprietários rurais que desenvolvem ações de conservação de recursos hídricos e de proteção e restauração de áreas naturais. “Além da infraestrutura e tecnologias utilizadas em Joinville, a aproximação com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente possibilita dar maior visibilidade de toda a extensão e importância do Programa Águas para Sempre”, diz Giancarlo Schneider, presidente da Águas de Joinville.
O secretário também conheceu o projeto “Simulação Hidráulica” da Águas de Joinville, um dos três finalistas na categoria Sistemas de Água, Esgoto e Drenagem do Going Digital Awards in Infrastructure 2021. Único representante do Brasil na premiação internacional, o projeto “Simulação Hidráulica”, desenvolvido pelo engenheiro Lucas Emanuel Martins, trata dos estudos desenvolvidos pela Companhia que permitiram contingenciar o sistema de abastecimento de água de Joinville, reduzindo o risco de desabastecimento em épocas de estiagem. O projeto evitou o investimento em uma solução inicial de R$ 4,5 milhões e o custo de R$ 25 mil por mês de operação de um novo booster (motobomba). Também otimizou o booster da rua Florianópolis, gerando uma economia de R$ 360 mil por ano e melhorando o abastecimento do município como um todo.